O Modelo 22 foi entregue. E agora?

    O Modelo 22 foi entregue. E agora? Todos os anos acontece a mesma coisa. O Modelo 22 é entregue, o IRC é pago, e a maioria dos empresários fecha essa pasta. Até ao ano seguinte. Não é por preguiça. É porque ninguém lhe explicou que o encerramento fiscal do ano anterior é também […]

O Modelo 22 foi entregue. E agora?

 

 

O Modelo 22 foi entregue. E agora?

Todos os anos acontece a mesma coisa. O Modelo 22 é entregue, o IRC é pago, e a maioria dos empresários fecha essa pasta. Até ao ano seguinte.

Não é por preguiça. É porque ninguém lhe explicou que o encerramento fiscal do ano anterior é também o melhor momento para ele tomar decisões sobre o ano atual. E que, sem essa conversa, o erro seguinte já está a acontecer.

Junho não é o fim de um processo. É o seu início.

 

Sabes exatamente por que pagaste esse valor de IRC?

Muitos empresários chegam até mim com a sensação de que pagaram muito. Alguns pagaram mesmo. Outros não, mas não têm como saber. Há outros ainda que pagaram menos do que deveriam e isso também é um problema, porque a AT vai atrás da diferença.

O que separa estas situações? O planeamento ou a falta dele.

A Modelo 22 reflete decisões tomadas ao longo de 2025. Algumas foram conscientes. A maioria não foi. Cada contratação, cada investimento, cada despesa que não foi documentada corretamente, cada benefício fiscal que ficou por aproveitar; tudo isso está inscrito naquele número que acabaste de entregar.

Olhar para esse número sem o conseguires interpretar é o equivalente a receberes os resultados das tuas análises clínicas e não saberes a que correspondem os valores. A informação está lá. As conclusões, não.

 

O erro mais caro que se comete neste momento

Fechar o ano sem perceber o que correu mal, ou bem, é um erro que se paga duas vezes.

Paga-se uma vez em impostos que poderiam ter sido evitados. Paga-se outra vez em decisões que vão ser tomadas da mesma forma, com a mesma falta de informação, ao longo de 2026.

O planeamento fiscal não acontece em dezembro. Acontece agora, em junho, quando ainda há margem para decidir com tempo. A taxa de IRC desceu de 20% para 19% em 2026. As PME têm acesso a uma taxa reduzida de 15% sobre os primeiros 50.000 euros de matéria coletável. Existem benefícios que dependem de decisões tomadas dentro do exercício. Depois de fechado o exercício, grande parte das opções desaparece.

Julho traz o primeiro pagamento por conta do IRC. Esse valor é calculado com base na coleta de 2025, o ano que acabaste de fechar. Se 2025 foi um ano excecional, o pagamento por conta vai ser elevado, e é possível reduzir esse encargo, desde que se atue a tempo e com suporte técnico. Se esperares mais uns meses, já não há muito a fazer.

 

O que a contabilidade deveria estar a dizer-te neste momento

A questão que deverias estar a fazer agora não é “Entregaste a Modelo 22?”. É “O que é que os números do ano passado nos dizem sobre como gerir este?”.

Há perguntas que fazem a diferença:

  • A margem manteve-se ou erodiu? Se erodiu, porquê? Foi o custo de estrutura, o mix de vendas, uma decisão de investimento?
  • Houve resultados extraordinários que inflacionaram o IRC? Esse valor vai repetir-se ou foi pontual?
  • Há encargos que poderiam ter sido reconhecidos e não foram? Há decisões de 2026 que podem ser estruturadas de forma mais eficiente do ponto de vista fiscal?

Estas perguntas não aparecem no relatório que o contabilista enviou. Aparecem numa conversa em que alguém olha para os números e faz as perguntas que fazem sentido.

 

Junho é o momento mais subestimado do calendário fiscal

Não porque haja prazos urgentes a cumprir neste momento. Mas porque é quando tens pela primeira vez os dados completos do ano anterior, a cabeça mais descansada, e ainda tempo suficiente para tomar decisões que impactam 2026.

Quem aproveita junho para essa conversa fica com o resto do ano numa posição muito diferente daqueles que ficam à espera por dezembro.

Se entregaste a Modelo 22 e ficaste com a sensação de que pagaste mais do que deverias, ou de que simplesmente não sabes se pagaste o que deverias ter pago, essa sensação merece uma resposta concreta.

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Como saber se o teu negócio é realmente rentável em 5 passos.

    O teu negócio fatura, tens clientes e dinheiro a entrar, mas depois não vês o retorno na conta bancária. Esta é uma das maiores ilusões na gestão de um negócio.  Na verdade, muitos empresários trabalham todos os dias sem saber exatamente quanto estão a ganhar. A rentabilidade não se sente. Mede-se. E se […]

Como saber se o teu negócio é realmente rentável em 5 passos.

 

 

O teu negócio fatura, tens clientes e dinheiro a entrar, mas depois não vês o retorno na conta bancária.

Esta é uma das maiores ilusões na gestão de um negócio. 

Na verdade, muitos empresários trabalham todos os dias sem saber exatamente quanto estão a ganhar.

A rentabilidade não se sente. Mede-se. E se não tens essa medição clara, então há uma grande probabilidade de estares a decidir às cegas.

Então, como saber se o teu negócio é realmente rentável?

Vamos aos cinco pontos essenciais que te dão essa resposta.

1. Separar faturação de lucro

Faturar não é ganhar dinheiro. Entre o valor que entra e o valor que realmente fica, há uma série de custos que muitas vezes não estás a considerar – desde despesas operacionais até encargos fiscais.

É aqui que muitos negócios se enganam. Crescem em volume, aumentam vendas, mas não melhoram a rentabilidade. Em alguns casos, até pioram.

Se não consegues distinguir claramente o que faturaste do que efetivamente ganhaste, então não tens uma leitura real do teu negócio.

 

2. Conhecer a tua margem real

Depois de perceberes a diferença entre faturação e lucro, vem a pergunta mais importante: quanto sobra, realmente?

É essencial perceberes a margem por produto, por serviço ou até por cliente. 

Faz esta pergunta: quanto sobra por cada euro que entra? Se não sabes responder com clareza, estás a navegar sem mapa.

 

3. Controlar o fluxo de caixa

Ter lucro não significa ter dinheiro disponível.

Há negócios com bons resultados no papel, mas que enfrentam dificuldades no dia a dia porque não têm liquidez suficiente para responder às suas obrigações.

O problema está no timing. Quando entra o dinheiro? Quando sai? Há equilíbrio entre estes dois momentos? Sem controlo de fluxo de caixa, mesmo um negócio rentável pode tornar-se financeiramente instável.

 

4. Antecipar o impacto fiscal

Muitos empresários só pensam nos impostos quando têm de ser pagos. E, nessa altura, já não há margem para ajustar.

Um negócio pode até apresentar bons resultados, mas sem planeamento fiscal adequado, uma parte significativa desse resultado pode desaparecer.

Antecipar o impacto fiscal permite-te tomar decisões mais inteligentes ao longo do ano – seja em investimentos, contratações ou distribuição de resultados.

 

5. Analisar regularmente (e não apenas no fim do ano)

Esperar pelo fecho do ano para perceber o que aconteceu é, na prática, chegar tarde demais.

A verdadeira vantagem está na análise contínua. Mensal, ou pelo menos trimestral. É isso que te permite ajustar, corrigir e tomar decisões em tempo útil.

A maioria dos negócios não falha por falta de trabalho. Falha porque não tem uma leitura clara da sua realidade financeira.

 

Onde entra a Um Vez Dois?

O nosso papel não é apenas organizar números. É traduzi-los para os empresários conseguirem interpretar o seu negócio e tomar decisões de forma confiante.  

A contabilidade só faz sentido quando te ajuda a decidir.

 

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3 erros financeiros que estão a custar dinheiro ao teu negócio.

    O teu negócio pode estar a perder dinheiro, sem dares conta. E não estamos a falar de erros óbvios ou falhas graves. São coisas muito mais simples – e, por isso mesmo, mais perigosas. São decisões do dia a dia que vão pesando e, silenciosamente, deixam marca na tua empresa. É aí que […]

3 erros financeiros que estão a custar dinheiro ao teu negócio.

 

 

O teu negócio pode estar a perder dinheiro, sem dares conta.

E não estamos a falar de erros óbvios ou falhas graves. São coisas muito mais simples – e, por isso mesmo, mais perigosas.

São decisões do dia a dia que vão pesando e, silenciosamente, deixam marca na tua empresa.

É aí que muitos negócios começam a perder margem, controlo e, em alguns casos, sustentabilidade.

Estes são 3 dos erros mais comuns que vemos nas empresas. E, mais importante do que identificá-los, é perceber como os podes evitar.

 

❌ 1. Decidir sem números atualizados

Este é, provavelmente, o erro mais comum – e um dos mais caros.

Muitas decisões importantes são tomadas com base em feeling, experiência ou até dados antigos. Parece suficiente e, às vezes, até resulta. Mas não é consistente.

Quando não tens números atualizados, estás a tomar decisões desalinhadas com a realidade.

A forma de evitar isso é simples, mas exige disciplina: acompanhamento em tempo real.

 

 

❌ 2. Não fazer planeamento fiscal

Os impostos são uma das maiores saídas de dinheiro de qualquer empresa.
E, ainda assim, continuam a ser tratados como uma surpresa.

Muitos empresários só pensam neles quando chega o momento de pagar. 

O resultado?
Pagas mais do que devias. Não aproveitas benefícios fiscais. E perdes oportunidades de otimização que estavam ao teu alcance.

É por isso que é importante teres um acompanhamento estratégico (e não apenas de alguém que cumpre as funções básicas e obrigatórias na contabilidade).

 

 

❌ 3. Não controlar custos (especialmente os pequenos)

Quando se fala em custos, a atenção vai quase sempre para os grandes: salários, rendas, investimentos.

Mas, na prática, o que mais corrói a margem são muitas vezes os pequenos.

Subscrições que continuam ativas. Serviços que já não são usados. Despesas que parecem irrelevantes isoladamente, mas que, somadas, têm impacto real.

Evitar isto exige análise regular. Proteger margem não é só aumentar receita. É também controlar aquilo que sai.

 

 

Sentes que algum destes pontos está presente no teu negócio?

Quanto mais cedo identificares e corrigires, menor será o impacto.

Podes continuar a gerir com base em tentativa… ou podes começar a decidir com base em dados.

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5 sinais de que estás a ser mal acompanhado nas finanças da tua empresa:

A maioria dos empresários não tem falta de esforço – tem falta de acompanhamento estratégico.

5 sinais de que estás a ser mal acompanhado nas finanças da tua empresa:

 

 

A maioria dos empresários não tem falta de esforço – tem falta de acompanhamento estratégico.

Trabalham muito. Faturam. Pagam impostos. Entregam obrigações.
Mas raramente têm alguém que os ajude a tomar decisões financeiras com clareza.

E há uma diferença enorme entre ter um contabilista… e ter um parceiro financeiro estratégico.

Se te identificas com alguns destes sinais, pode estar na altura de rever quem está realmente a acompanhar o teu negócio.

 

  1. Só falas com o teu contabilista quando há problemas.

Não tens acompanhamento se só há comunicação quando:

  • É hora de pagar de impostos
  • Surge uma multa
  • Há um prazo urgente

Se assim for, tens resposta reativa. A gestão financeira estratégica é contínua.

 

  1. Recebes relatórios… mas não decisões.

Dão-te balancetes, mapas, demonstrações e ficheiros Excel, mas ninguém te diz:

  • O que significam realmente aqueles números
  • Onde está o problema
  • O que deves ajustar
  • Que decisão deves tomar

Informação não é estratégia. Um verdadeiro acompanhamento financeiro traduz números em ações concretas.

 

  1. Nunca falam de margem, apenas de faturação.

Este é um dos erros mais comuns. Faturar mais não significa ganhar mais. Estás a navegar às cegas se não analisares:

  • Margem real por serviço ou produto
  • Custos fixos e variáveis ocultos
  • Rentabilidade por cliente
  • Estrutura fiscal

Há empresas que duplicam faturação… e continuam com a mesma tesouraria no final do mês. Porque ninguém está a olhar para a eficiência do negócio.

 

  1. Não sabes quanto tempo aguentas se algo correr mal.

Se amanhã perderes o teu maior cliente, sabes o impacto?
Se houver uma quebra de vendas de 20%, tens margem de manobra?

Se não sabes responder com números, não estás protegido.
Estás exposto.

 

  1. Ninguém te desafia.

Um bom parceiro financeiro não se limita a cumprir obrigações. Vai-te, sim, perguntar:

  • Porque estás a investir aqui?
  • Faz sentido esta contratação nesta fase?
  • Tens estrutura para crescer sem comprometer margem?
  • Estás a aproveitar todos os benefícios fiscais disponíveis?

 

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